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quinta-feira, 25 de março de 2010


História das Pérolas

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Oi pessoal! Primeiramente, quero me desculpar pelo sumiço repentino de posts aqui no Gazzetta. Minha faculdade começou esta semana, e até eu conseguir me organizar nos horários, foi meio difícil. No entanto, prometo agora voltar aos posts constantes.

Todo mundo sabe que as pérolas sempre foram símbolo de elegância e sofisticação, certo? No passado, as pérolas eram reservadas a ocasiões mais conservadoras, e até certo tempo, para muitos, ela tornou-se uma peça considerada muito retrógrada para fazer parte da contemporaneidade, mais precisamente, jovem.

Eu particularmente, sempre gostei de pérolas (meus amigos sabem hehe). Talvez pelo fato de desde pequena eu sempre usar um brinco de ouro com pérola – pois sempre fui muito alérgica a bijous – e era comum em meus aniversários, eu trocar cada vez por uma um pouquinho maior, conforme ia crescendo, mas com o tempo parei de usar, e agora só tenho uma no meu segundo furo na orelha.
Contudo, o pretexto para todo este assunto, é saber um pouquinho mais sobre a história dessa jóia, considerada uma das mais ricas e eternas.


A pérola já começa levando vantagens por ser uma jóia que não precisa de lapidação nem polimento. Praticamente, ela já nasce perfeita. Desde muito tempo, antes de Cristo, elas eram super valorizadas no Oriente Médio, conhecida como o símbolo da pureza e do charme feminino. Em algumas outras regiões do mundo, elas tinham sua tradição também, e na época da realeza, era uma das jóias mais requisitadas.


Para entender melhor, a pérola é um material orgânico, de forma esférica, produzida por ostras (moluscos) quando substâncias estranhas entram para dentro do organismo do molusco, e assim formam a pérola. Essas substâncias estranhas podem ser até mesmo um grãozinho de areia.
A jóia é classificada como gema, e pode ter formas irregulares, se encontradas em moluscos de água doce. Pode também apresentar tonalidades distintas, como pretas, douradas e brancas.

Com a opção de possuir tonalidades diferentes, é conhecida a Pérola Negra. Rara, porém nem tanto hoje em dia, devido ao cultivo de ostras Pinctada Margaritifera, a responsável pela produção da jóia de mencionada cor. A pérola negra, é comumente chamada de ‘’Pedra do Haiti’’ , pela maior localização da mesma. Podem não ser bem negras, apresentando tonalidade como o cinza e cores arco-íris. Há também verde, marrom, rosa entre outros...

**Curiosidade: De cada 100 pérolas produzidas na natureza, uma é negra.

O que interfere diretamente na diferença da coloração, é a forma que os cristais de nácar (responsáveis pela produção da jóia, dentro da ostra) se organizaram para formar a esfera.

A loja Tiffany & Co. é conhecida mundialmente por vender pérolas de alta qualidade, e por muito tempo seus colares foram conhecidos como a jóia mais valiosa que a empresa possuia.
Hoje em dia, a exigência por jóias reais foi quebrada de certa forma, podendo todos terem a oportunidade de possuir uma peça de pérola fake, ou melhor dizendo, artificial. A diferença é logicamente notável, devido ao material e a coloração. Colares de pérola falsa são visivelmente perceptíveis quando a cor das bolinha é muito branca ou então a luz solar não possui o reflexo das cores do arco-íris – quase como a visualização de um cristal verdadeiro. Porém, isso nunca impediu ninguém de usar. E realmente não tem porquê.


Estes mesmos colares que foram muito vintage e exibidos em personalidades que hoje são eternamente conhecidas, como Coco Chanel e Jackie Kennedy, ganham modernidade em looks completamente despojados, e ficam super estilosos. A peça que sempre foi adequada  para o turno da noite, e festas mais elegantes, aparece de dia, com perfectos, t-shirts e vestidinhos básicos.
As produções acabam ganhando um ar de sofisticação seja qual for o estilo.


Combinadas também com a febre do mix de colares, ficam super rockers. Colar de uma volta, mais comprido, geralmente é considerado mais esporte e fica super bem usado no dia dia.

Por que então não gostar de uma peça que vai bem com tudo?

terça-feira, 9 de março de 2010


Quem ditava moda nos anos 50 e 60?

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O retrô é um dos estilos mais fascinantes e copiados atualmente. Inspirações passadas fazem parte da contemporaneidade feminina, mas não só no que diz respeito a roupas e moda, está presente até mesmo na arquitetura. Para as mulheres mais clássicas, o ladylike nunca sairá de moda, nem as pérolas, saias lápis, chapéus e um ar mais conservador e discreto. Mas afinal, quem ditava moda nos anos passados? É comum lembrarmos de figuras marcantes, de épocas passadas, mas ao mesmo tempo é bom entender a história um pouco mais a fundo.



Nos anos 50, logo após o período pós guerra, a moda feminina foi consolidando-se, ganhando nos tecidos um ar mais glamouroso, e foi aí que Christian Dior tornou-se sucesso com sua moda ''New Look'' que foi ganhando o coração das mulheres da época. Isso tudo tornou-se sinônimo de sofisticação e luxo, ganhando renome. No mesmo período, tornou-se destaque também os cosméticos. Linhas como a Revlon se tornaram tendências fortíssimas.

Contudo, a feminilidade foi exposta por personalidades conhecidíssimas por nós, dentre elas: Grace Kelly e Audrey Hepburn, prestigiadas por seu estilo e personalidade jovial. Marilyn Monroe também esteve a frente na época, e foi um dos grandes símbolos ao lado de Brigitte Bardot, esbanjando sensualidade feminina, na época das pin ups. Ao mesmo tempo, Givenchy, Nina Ricci, Chanel, Dior, Balenciaga entre outros, viviam o apogeu da alta-costura. (O início do fashionismo?)
A moda foi se tornando mais valorizada e apreciada pelas mulheres, a mídia foi cada vez mais evoluindo e ao mesmo tempo dando destaques aos famosos estilistas da época que consagraram-se. Do clássico foi surgindo a moda rock and roll com jaquetas, saias rodadas e suéteres.










Os anos 60 foram a década da liberdade, ou melhor, rebeldia. As meninas foram abandonando as saias comportadas e usando minissaias e calças. A juventude resolveu montar o seu próprio estilo, fugindo de regras e tendências, criando sua própria moda. (A juventude transviada (?) )
Nomes como Natalie Wood e Françoise Hardy ganharam prestígio no que se denominava época da atitude.


O unissex também foi ganhando confiança, e peças masculinas foram incorporadas ao guarda-roupa feminino, como o smoking, graças a Yves Saint Laurent. Uma das mulheres que ''auge'' da década, foi Twiggy, modelo e atriz – o rosto dos anos 60.
Vale lembrar também, que a maquiagem começou a ganhar força total, e olhos marcados eram o foco. A moda masculina foi inspirada nos garotos de Liverpool (Beatles) com bastante paletós sem colarinho, e o clássico cabelo.









É digno de se dizer, que estes anos foram com certeza os responsáveis pelo apogeu que hoje a moda é. Que as fashionistas eternas, serão àquelas que ditaram moda no passado e foram e sempre serão símbolo e inspiração de elegância e classe feminina.

sábado, 23 de janeiro de 2010


Cultura Fashion

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Está em casa, sem programação para o final de semana ou a chuva impediu você de realizar o que gostaria? Pois se você tem tv por assinatura, guarde o domingo, mais precisamente o horário das 19h00 para um momento ''cult fashion''.
Eu estava agora pouco assistindo à minissérie Coco Chanel, e se eu soubesse antes que ela iria passar na televisão, com certeza já haveria postado aqui no blog para anunciar. Porém, ainda há chances de acompanhá-la, pois amanhã, a partir das 19h00 no canal GNT, se dará a continuação da história.
Enfatizo que é muito interessante, não é o filme ''Coco antes de Chanel'', no entanto, relata toda a história e trajetória que Gabrielle "Coco" Chanel revolucionou na década de 20, seus objetivos, dificuldades entre outros...
Desta forma, para todos àqueles que gostam de moda, e mais precisamente de Chanel, vale a pena assistir, ainda mais sendo de um ícone eterno para todos àqueles que realmente apreciam a história e a moda de todas as formas.

O que? Minissérie sobre Coco Chanel
Que horas? Às 19h00 da noite
Quando? Domingo, amanhã (24)
Aonde? No canal pago GNT (42 - net)